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O que é Tráfego Direto e como funciona no Google Analytics

O que é Tráfego Direto e como funciona no Google Analytics | Ecommerce na Prática

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Quando o assunto é Google Analytics, um bom Analista de Ecommerce precisa dominar todas as métricas disponíveis na ferramenta, inclusive, o Tráfego Direto.

Enquanto a atenção é sempre voltada para os outros tipos de tráfego, como  o pago e o orgânico, os analistas geralmente deixam o Tráfego Direto um pouco de lado… 

Por mais que você saiba utilizar o Google Analytics estrategicamente utilizando as métricas mais comuns, é muito importante explorar as outras métricas que também dizem muito sobre o comportamento do seu cliente. 

E o Tráfego Direto é uma delas…

Aliás, você sabe o que ele significa e como analisá-lo no Google Analytics? 

Para tirar todas as dúvidas e entender mais sobre essa métrica, continue a leitura deste artigo… 

No final, vamos te mostrar o que você precisa fazer para aprimorar suas habilidades como Analista de Ecommerce.

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Índice:

Afinal, o que é Tráfego Direto?

Antes de explicar o que é Tráfego Direto, pense nas grandes marcas que possuem um branding muito bem trabalhado. 

Geralmente, as pessoas vão até o Google e pesquisam pelo nome dessas marcas para chegar ao site oficial… 

Essa ação de buscar o site da empresa ou salvar na barra de favoritos é o que chamamos de Tráfego Direto. 

Sem intervenção e por livre espontânea vontade, a pessoa chegou até o seu site…

Isso acontece por conta da fidelização do cliente com a marca e o investimento em Branding que essa empresa fez. 

A pessoa confia no seu trabalho/produto e a primeira loja que vem a mente dela é a sua, por isso, pesquisa diretamente no seu site.  

Mas, essa métrica  não é muito bem definida no Google Analytics. Muitas vezes, a ferramenta não consegue identificar a origem verdadeira do tráfego e esse dado vai para o Tráfego Direto. 

Ou seja, existem diversas variações dentro do Tráfego Direto e isso pode dificultar o seu trabalho como analista… 

Afinal, como entender cada uma dessas variações? 

Leia também: Guia Google Analytics: Tudo que você precisa saber

Variações do Tráfego Direto dentro do Google Analytics 

Nós listamos aqui algumas das principais variações que são consideradas uma sessão Direta pelo Google Analytics…

Assim, você terá ideia da origem daquele dado que, provavelmente, não virá apenas da busca direta no Google. 

As variações são: 

  • Os cliques nos links que chegam por meio do e-mail, mas isso depende do provedor que o e-mail do usuário tem;
  • Os cliques nos links que estão em documentos PDF da sua empresa. Por exemplo, você cria um Ebook e dentro dele há um link para o seu site. Se o cliente clicar, é considerado como uma ação direta;
  • Os cliques nos links que estão em aplicativos na versão mobile, isso vale para as redes sociais;
  • Se a sua url não estiver nos parâmetros corretos, qualquer campanha nas redes sociais, anúncios pagos, entre outras formas, poderão ser entendidas pelo Google Analytics como uma ação direta; 
  • Os cliques nos links encurtados da sua empresa. Mas isso pode variar de acordo com o encurtador que você usou e se foi parametrizado antes;
  • Quando o seu site é HTTP, mas recebe tráfego por meio de links HTTPS, o GA marca eles como tráfego direto;
  • Quando as páginas são redirecionadas com o redirect 302 no lugar do redirect 301.
  • Por conta dessas variações, a análise do Tráfego Direto pode ser feita de forma equivocada… 

    Mas é possível diminuir as chances de erro e fazer uma análise dos dados com mais assertividade seguindo as dicas abaixo. 

    3 Dicas para analisar com mais assertividade as métricas de Tráfego Direto 

    1-  Observe as grandes mudanças no tráfego do site

    Se você é Analista de Ecommerce, já entende bastante sobre o acompanhamento dos relatórios que o Google Analytics gera sobre todos os canais de tráfego do seu site. 

    Então, durante esse acompanhamento, nós recomendamos que você preste atenção nas grandes mudanças nos gráficos, não só do Tráfego Direto, mas também em outras origens de tráfego.

    Comece a analisar o seu tráfego de referência ou o orgânico. Se algum deles estiver muito alterado, assim como o tráfego direto, pode ser que o Google Analytics tenha começado a ler os dados de outra forma, por conta das variações anteriores. 

    Por exemplo, vamos supor que o site ecommercenapratica.com alterou a estrutura passando de HTTP para HTTPS.

    Só que, com essa mudança, o Analytics entendeu que o Tráfego de referência era o  Tráfego Direto…

    Ou seja, ele começou a interpretar as ações de referência como ações diretas. 

    Nessa situação, você precisa editar os parâmetros do link do seu site o quanto antes, para evitar transtornos. 

    2- Utilize parâmetros nas urls para identificar a origem 

    Ao criar uma campanha para as redes sociais, anúncios nos e-mails e links diretos para iscas ou produtos, o ideal é utilizar parâmetros nas urls.

    E qual é o papel dos parâmetros na análise do tráfego direto? 

    Quando você for parametrizar o seu link, insira informações que indiquem especificamente a origem daquele tráfego. 

    Dessa forma, é possível garantir que a leitura do tráfego direto seja feita corretamente.

    Para colocar os parâmetros necessários, existem diversas ferramentas gratuitas na internet, mas nós recomendamos que você utilize o Campain URL Builder.

    Nós já utilizamos aqui no EnP e nos ajudou muito na parametrização dos links da empresa e o melhor de tudo: sem precisar pagar nada por isso. 

    Mas vale ressaltar: utilize informações que ajudem na leitura do Google Analytics… 

    Uma boa dica é manter um padrão para facilitar o seu trabalho e também o funcionamento do GA.

    3- Verificar HTTP e HTTPS

    Como já vimos durante esse artigo, o HTTP e o HTTPS são fatores que interferem muito no tráfego direto, principalmente, quando você altera esse protocolo. 

    Por isso, é muito importante que você verifique se o seu site está todo em HTTP.   

    Esse protocolo é o que sinaliza que o seu site é seguro para o usuário acessar… Você já deve ter notado quando o Chrome sinaliza que o site que você está acessando é seguro ou não. 

    Às vezes, ele até redireciona para uma página perguntando se você deseja continuar mesmo sabendo que a página é insegura.

    Se a pessoa não conhece ou conhece pouco sobre a sua marca, facilmente irá desistir de entrar… É bom prestar atenção nisso! 

    Outra vantagem de sempre verificar o HTTP é o privilégio dentro dos buscadores como o Google, que consideram os sites seguros na sua SERP – Search Engine Results Page ou lista resultados das pesquisas feitas na Internet. 

    Então, isso ajuda bastante no SEO do seu site, melhorando a posição dele no ranking de pesquisa. 

    E, como você sabe, tudo isso (e muito mais!) faz parte do trabalho de um Analista de Ecommerce.

    Mesmo que você já esteja atuando nessa área, é FUNDAMENTAL que esteja sempre atualizado e busque por mais conhecimento para ser um profissional cada vez mais capacitado. 

    Mas, como fazer isso? Preste atenção no próximo tópico! 

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    Fonte: ecommercenapratica.com/blog/trafego-direto-no-google-analytics

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