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Índice Big Mac

Autor: O Economista – 8 de outubro de 2007

O índice Big Mac, uma forma de comparar o poder de compra no mundo todo, sinaliza que, após anos desvalorizado, agora o real está sobrevalorizado frente ao dólar (Exame, 10/10/2007)

Desde 1999, quando o câmbio brasileiro passou a flutuar livremente (dirty floating), o índice Big Mac vinha mostrando um real desvalorizado, cenário este que mudou no início de 2007, quando se percebeu uma valorização da moeda doméstica.

Aponta-se dois fatores, um externo e outro interno como responsáveis pela valorização do real. O primeiro diz respeito ao comportamento da economia americana e a crise das hipotecas, em que várias moedas se valorizaram nos últimos meses frente ao dólar, não apenas o real. Quanto ao fator interno é o desempenho da economia brasileira, com o crescente fluxo de recursos internacionais.

De acordo com a Bovespa, até o dia 20 de setembro, entrou 30 bilhões de reais no mercado acionário brasileiro desde o começo de 2007. “Esse câmbio é resultado da crescente inserção do Brasil na economia mundial. O status de grau de investimento, que está próximo, deve trazer mais uma enxurrada de capital estrangeiro, mantendo o real valorizado”, diz Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio da administradora de recursos Rio Bravo.

Comentários

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  • Fernando Jaques de Borba

    04/12/2007 – 12:30:40

    A partir do destravamento do câmbio brasileiro frente ao mercado globalizado, pode-se observar o status da nossa economia em função da economia de países desenvolvidos. Porém nesta época em que não tínhamos grandes investidores alocando capital externo no Brasil a economia estava atrelada unicamente ao setor privado brasileiro. Com a valorização do Real, tornou-se atrativo investir no Brasil, pois, nunca obteve-se um risco país tão baixo em combinação a uma taxa de juros tão rentável. Fatores externos como a crise imobiliária americana, trouxeram mais um fator na valorização do Real. Pois num cenário de crise, os investidores tendem a realocar seus recursos onde possam ter retorno, liquides e segurança, e estes fatores o Brasil está apresentando, trazendo pra si os recursos até então direcionados a paises como EUA. No caso de investimentos na BOVESPA, a modernização e transparência que obtemos faz com que torne-se fácil a aplicação e a retirada de capital estrangeiro. E com o desenvolvimento da bolsa de Valores o Brasil entra cada vez mais na economia mundial, captando recursos que poderão ser aplicados em vários segmentos da economia. Podemos concluir que até a economia Americana se reerguer a tendência é que o Real se valorize.

  • Maiko Filippi / Rafael O. Paz

    22/10/2007 – 19:46:20

    Analisando a política cambial brasileira, a partir de 1999 quando a taxa de cambio deixou de ser uma taxa fixa e passou a ser flexiva “dirty floating”, hoje o governo esta interferindo um pouco na taxa de cambio quando necessário, devido ao baixo risco Brasil, e a alta taxa de juros, temos um grande investimento estrangeiro que resulta em uma valorização do real, que prejudica as exportações brasileira. O governo compra moeda norte americana com a intenção de tirar essa moeda de circulação, mas esta tendo pouco efeito devido a grande entrada de dólar no pais. Com o real valorizado é muito importante aproveitarmos esse momento para um investimento em tecnologia, infra-estrutura deixando assim nosso país mais competitivo.

  • Beatriz Juliane Braz/Camila Nascimento

    17/10/2007 – 11:18:21

    A taxa de câmbio é por si só uma variiável importante na política econômica. É claro que o regime cambial adotado tem maiores chances de se adequar a uma economia se esta estiver apoiada em fundamentos econômicaos, monetários e fiscais, sólidos. Apesar disto, a escolha do regime cambial por si só afeta a vulnerabilidade da economia frente a crises externas.A politica cambilal adotada no brasil apos a segunda guerra mundial foi a de minidesvalorizações que tinha, basicamente, dois objetivos, um deles era evitar ataques especulativos contra a moeeda nacional e o outro era estabilizar a remuneração real do setor exportador, auxiliando assim o aumento das exportações. Em medidas como a moratória sobre a dívida externa e outras restrições à conversibilidade da moeda nacional, apesar de permitirem deter a sangria de divisas para o exterior em situações de crise cambial latente, elas, por outro lado inibem o ingresso e estimulam a saída de capitais.

  • Henrique Puccini, Liana Bazzi

    16/10/2007 – 07:50:57

    A matéria citada exemplifica de maneira muito calórica, já que estamos falando de Big Mac, sobre como a atual estrutura cambial brasileira está montada e a atual valorização da nossa moeda frente ao dólar. A atual configuração do mercado de câmbio brasileiro é caracterizada por possuir dois segmentos: o Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes (MCTF), criado pela Resolução 1.552 de 21/12/88; e o Mercado de Câmbio de Taxas Livres (MCTL), criado pouco mais de um ano depois pela Resolução 1.690 de 18/03/90. Desde 1999, quando o câmbio brasileiro passou a flutuar livremente (dirty floating), a economia seguiu com altos e baixos, cenário que mudou no início de 2007, quando se percebeu uma valorização da moeda doméstica.A política cambial reflete, em última instância, as relações políticas vigentes entre os países, com base no desenvolvimento econômico alcançado por eles. A política cambial pode utilizar ainda uma série de mecanismos para evitar a evasão de divisas e contribuir para o equilíbrio do balanço de pagamentos, como a fixação de taxas múltiplas de câmbio (câmbio turismo, câmbio comercial, câmbio financeiro etc.). E também lançar mão de medidas que favoreçam algum setor da economia, como manter a moeda nacional artificialmente desvalorizada para estimular as exportações.No Brasil, por exemplo, são concedidos créditos como prêmio para incentivar as exportações e também são realizadas antecipações dos valores correspondentes aos contratos de câmbio (de exportações), denominadas Antecipações de Contratos de Câmbio (ACCs), que permitem ao exportador recursos para financiar seu capital de giro ou então realizar aplicações financeiras, obtendo ganhos não-operacionais que em certos momentos podem compensar eventuais defasagens cambiais.Atualmente o Banco Central escolhe o momento de atuar na regulação do câmbio, principalmente como forma de evitar a valorização ou desvalorização da moeda nacional. O BC hoje compra dólar no mercado para haver uma desvalorização no real perante o dólar, porém essa atitude não gera resultados já que o capital entrante é volátil e em larga escala, tendo como razão as altas taxas de juros, e como conseqüência a essas altas taxas de juros há uma ampla redução de investimento e aumento nos gastos do governo. Essa elevação dos gastos públicos gera um aumento na taxa de juros, atraindo a entrada de divisas estrangeiras o que valoriza o câmbio e assim um círculo que somente termina ou diminui o impacto com a ação do governo.O Brasil está vislumbrando um desempenho mais robusto da sua economia o que acaba reforçando a tendência de valorização do real. Como o Brasil tem recebido um crescente fluxo de recursos internacionais, a relação fica ainda mais favorável para a moeda local, para desespero dos exportadores. Dessa forma, o cambio atualmente possui prós e contras e cabe ao governo, por meio de suas políticas monetárias e fiscais organizar e estimular a economia nacional.

  • Renato dos Reis

    15/10/2007 – 18:59:08

    com a valorizacao do real temos uma grande oportunidade de investimentos em infra-estrutura e tecnologia que não podemos deixar passar, com as exportações em queda temos que investir para deixar nosso mercado mais competitivo, esses investimentos junto com uma grande reforma tributaria pode nos deixar em melhor posição para com o mercado mundial colocando o país um ótimo lugar para investimento, vindo assim bastante capital extrangeiro junto com um crescimento sustentavel.

  • Cristiane A. de Sousa Liecheski

    15/10/2007 – 15:15:20

    A valorização do real prejudica as exportações brasileiras e afeta toda a cadeia produtiva, setores industriais perdem competitividade no país e no exteriror. A atual política cambial serve ao capital financeiro especulativo, que migra para o Brasil em busca do lucro fácil proporcionado pelas mais altas taxas de juros do planeta.

  • Cristiane

    15/10/2007 – 12:09:37

    A valorização do real prejudica as exportações brasileiras e afeta toda a cadeia produtiva. Setores industriais e outros perdem competitividade no país e no exterior. Além disso, a atual política cambial serve ao capital financeiro especulativo, que migra para o Brasil em busca do lucro fácil proporcionado pelas mais altas taxas de juros do planeta.Cristiane A. de Souza Liecheski

  • Aline R. Hermes

    15/10/2007 – 08:09:28

    Com a inovação tecnológica vários economistas estão conseguindo se aproximar mais de um sistema de perfeita mobilidade de capitais. Nesse sistema tem o cambio fixo que o país perde o controle monetário, e o cambio flutuante que o país perde a liberdade fiscal. Na política fiscal, as conseqüências das mesmas são de longo prazo, e não tão claras. Não se percebe ainda que a recente elevação da mobilidade de capitais diminuiu muito o espaço para erros na política fiscal. O câmbio determinado pelas livres forças de mercado é um equilíbrio ruim no qual a demanda modifica-se contra as exportações líquidas e a favor da absorção doméstica. A melhora dos termos de troca tem o poder de mascarar erros na condução de política econômica. Isto porque ela significa que o país como um todo ficou mais rico. A elevação de salários reais, decorrente dos mesmos materializa-se através de uma valorização da moeda nacional.

  • Felipe da Silva / Vinicius Blum

    14/10/2007 – 22:36:41

    A mobilidade de capital cada vez maior fez com que toda economia mundial tornasse obsoleto o modelo de câmbio fixo e adotasse qualquer “modalidade” do câmbio flutuante. O fato é que se o câmbio fixo atava a atuação do governo no âmbito da política monetária devido a seus efeitos inflacionários, o câmbio flutuante chama a atenção para a correta utilização das políticas fiscais e principalmente para o ajuste dos gastos governamentais. De fato o défict público deve dar uma certa sustentabilidade ao crescimento econômico devido ao aumento da demanda agregada, mas custear o mau uso do orçamento governamental com a elevação da carga tributária é uma política fiscal negativa e irresponsável. A elevação dos gastos públicos eleva a taxa de juros, atraindo a entrada de divisas estrangeiras o que valoriza o câmbio.Alterando o fuxo de trocas internacionais para custear o setor público, o que ocorre é uma baixa taxa de crescimento sem perspectiva de melhoras significativas.

  • Bruna D. Stahnke

    14/10/2007 – 21:43:31

    Analisando-se o sistema cambial brasileiro é evidenciado que o Brasil adota, atualmente, um câmbio de natureza flutuante mesclado a um regime de flutuação suja, também conhecido como “dirty floating”, onde as taxas de câmbio são ditadas pelo mercado e pela demanda e oferta de divisas estrangeiras – conforme o câmbio flutuante –, sendo que ao mesmo tempo o governo pode intervir nas bandas cambiais. No que se refere ao câmbio flutuante, vale ressaltar que altas flutuações da taxa cambial podem trazer uma série de riscos devido à variações determinadas por fatores políticos e sociais. Outra questão importante referente ao câmbio flutuante é a falta ordem diante de questões de liberdade fiscal e gastos governamentais – questões estas, diretamente ligadas ao fluxo de exportações e taxas cambiais.

  • Francine Döge / Lucélia Goulart

    14/10/2007 – 20:31:30

    Bem, como todos já comentaram o Brasil adotou uma Política Câmbial flutuante ou flexível. Com isto ocorre a perda da liberdade fiscal, onde se altera devido alguns fatores como por exemplo o aumento, a diminuição ou até mesmo a alteração dos impostos.Isto fica bem claro no texto com a comparação através do simbólico Big Mac.

  • Roberto Alexandre Käsemodel

    14/10/2007 – 19:23:40

    ERRATA: no final quis dizer: …,sem alterá-los!

  • Jean Carlos Boettger e Renato Silva Vivo

    14/10/2007 – 19:19:17

    A política cambial é um hábil instrumento da economia de um país que proporciona utilizar uma série de mecanismos para evitar a evasão de divisas, contribuírem para o equilíbrio do balanço de pagamentos e também utilizar medidas que favoreçam algum setor da economia, como por exemplo, manter a moeda nacional artificialmente desvalorizada para estimular as exportações. No historia econômica brasileira notamos varias vezes o cambio sendo usado como medida crucial no desenvolvimento econômico, como na era Vargas na qual o cambio era desvalorizado protegendo assim a recente industrialização do país e estimulando fortemente as exportações, no governo de Juscelino Kubitschek o cambio foi altamente utilizado para atrair investimentos externos com plano do governo de fazer 50 anos em 5. A primeira experiência com regime de cambio a taxas flutuantes foi em 1990, no governo Collor, na qual o Brasil começava a sua abertura comercial. Com a criação do principal plano econômico brasileiro em 1994, na qual ainda é vigente o país Plano Real o governo se viu incumbido a adotar a chamada âncora cambial para manter a taxa de cambio valorizada, barateando os produtos importados, para que estes servissem como base para a fixação dos preços dos produtos nacionais, controlando a inflação. O plano real conseguiu a estabilização de preços, mas por outro lado a economia crescia a taxas medíocres, evitando elevar o déficit comercial e a dependência externa As altas taxas de juros usadas para controlar o crescimento e atrair capital estrangeiro, acabaram por elevar o déficit público. A entrada de capitais era necessária para que o câmbio se mantivesse valorizado, elevando a dependência externa e reduzindo os investimentos no país. Em 1999, o país adotou novamente o regime de taxas de câmbio flutuantes. A cotação da moeda brasileira passou a ser determinada pelo mercado, via oferta e demanda. A adoção do regime flutuante depreciou a moeda brasileira, o que estimulou as exportações, crescimento e importância do setor exportador e a geração de elevados superávits comerciais. Atualmente o cambio brasileiro é flutuante “sujo” que proporciona o Banco Central com sua ampla análise do mercado decidir o momento de intervir, para evitar uma excessiva valorização ou desvalorização da moeda, no caso atual da política brasileira o Banco Central está intervindo, comprando dólar no mercado assim tirando de circulação para haver uma desvalorização no real perante o dólar, essa compra de dólar não está resultando em grandes efeitos devido a volatilidade do capital que está entrando em grande escala no país devido as altas taxas de juros, e como conseqüência a essas altas taxas de juros há uma queda no investimento e uma elevado gasto corrente do governo (com aumento de impostos para alimentar a maquina do governo) no que implica em uma redução no crescimento do país, temos que levar em conta o mau planejamento das contas do governo e o alto nível de corrupção o que oneram ainda mais o crescimento do país

  • Roberto Alexandre Käsemodel

    14/10/2007 – 19:16:14

    Com o câmbio flexível ou flutuante não se tem liberdade fiscal, que aliado aos gastos públicos passam a ser uma grande ameaça à economia de um país, pois retarda o crescimento do mesmo. É uma situação a qual o Brasil também faz parte. Nos encontramos numa verdadeira “armadilha fiscal”, onde juros reais e Previdência são responsáveis pelo comprometimento de quase metade da receita bruta do governo. Quando as despesas públicas sobem ou a arrecadação diminui, eleva-se os juros, valorizando assim, a moeda desse país frente ao dólar. Como consequência disso surge uma queda nas exportações e um aumento das importações. Resultado o crescimento se reduz! O governo brasileiro precisa estar bem consciente na hora em que mexe nos impostos, seja com a criação(novas taxas) ou isenção/redução dos mesmos já existentes(CPMF, SELIC). É necessário dar um retorno, digno, ao contribuinte em forma de educação, saúde, segurança, moradia e lazer que valorizam os impostos já pagos, sem aumentá-los!

  • Jean Carlos Boettger e Renato S. Vivo

    14/10/2007 – 17:29:59

    A queda do custo de informação tem levado diferentes economias cada vez mais próximas a um sistema de perfeita mobilidade cambial de capital. Se o cambio for fixo, o país perde a controle monetário, por outro lado, se o cambio for flutuante perde-se a liberdade fiscal. A contra partida está nos gastos públicos que passa ameaçar vários setores produtivos da economia. As restrições impostas à liberdade monetária em um ambiente com cambio fixo custa caro a varias economias, como o sistema europeu que entrou em crise em 1992, essa globalização mostra o que acontece em qualquer lugar do mundo e afeta varias economias exemplo: A crise do México em 1994/1995 que afetou o Brasil. O controle deve ser feito dentro do estado pelo próprio governo no controle de influencias que conduzam as livres forças de mercado a se estabilizarem através de exportações, importações, estabilidade de preço, política governamental, expectativas de crescimento e controle de impostos. O país pode entrar em uma armadilha fiscal sem estabelecer metas criando assim um déficit primário devido ao grande volume de gastos da maquina publica, ou seja, elevando suas despesas e não aplicando em investimentos e um crescimento sustentável com um cambio flexível afetando diretamente a balança de pagamento. Portanto a maneira mais eficaz é um bom planejamento dos gastos públicos para assim na haver uma maior sustentabilidade da economia sem a elevação de impostos que só oneram o crescimento de um país

  • Maiara Rafaéla de Carvalho, Cristiane Batista

    14/10/2007 – 13:34:48

    No ano de 1999 teve fim o regime de câmbio nominal fixo vigente no Brasil desde a implantação do Real, em 1994. Se no câmbio fixo o país perde a controlabilidade monetária, no câmbio flutuante perde-se a liberdade fiscal. A lição monetária com o câmbio fixo está bem aprendida, já a lição fiscal com o câmbio flutuante ainda não está. Embora haja hoje uma valorização do real em relação ao dólar, quando o câmbio é flexível o crescimento econômico é de longo prazo, o que pode prejudicar a economia do país. Essa valorização do real em relação ao dólar, dá-se devido à elevação dos juros, provocando aumento de entrada de capital estrangeiro, no entanto, diminuem as despesas com investimentos e aumentam as despesas para custeio do governo, reduzindo a taxa de crescimento do país.

  • Suellen Kassulke / Marlon Caetano

    14/10/2007 – 13:30:51

    O Brasil e os demais países do mundo adotam uma taxa de cambio flutuante, porém no caso brasileiro o governo deverá ter cuidado com as políticas fiscais adotadas, pois vários setores produtivos dependerão destas políticas para sobreviverem à valorização cambial e a competição internacional principalmente dos países asiáticos. O governo brasileiro não tem se dado conta que o equilíbrio determinado pelas forças de mercado é um equilíbrio ingênuo porque uma pequena parte dos gastos governamentais é destinada à formação de capital, o Brasil ainda não percebeu isso porque houve uma melhoria nos termos de troca, ou seja, os preços das exportações aumentaram em relação ao preço das mercadorias importadas. O país produz e vende commodities em quantidades muito maiores e por um preço mais elevado. E por este motivo a população possui a errônea sensação de que o país ficou mais rico, consequentemente os salários aumentam e a moeda nacional valoriza-se. Os vários programas de controle implantados pelo governo tem se mostrado eficientes para controlar os déficits, mas não para conter os gastos públicos e o impostos. E é justamente por este motivo por não haver limites para os gastos do governo, que o crescimento brasileiro está estagnado, o tamanho do governo aumentou, apenas a previdência e os juros reais comprometem metade da receita bruta do governo. É obvio que o país não tem condições de reverter esta situação rapidamente, mas é possível atuar de forma menos irresponsável nas decisões que podem aumentar ainda mais os gastos que comprometem boa parcela do PIB brasileiro.

  • Mayara Fernanda Schwabe

    13/10/2007 – 20:45:13

    A nosso ver, a atual política cambial é do tipo flexível,o que define,em princípio,uma limitada intenção de o Banco Central intervir. A experiência em outros países indica que a ênfase do Banco Central no controle da inflação dá maior credibilidade no manejo e execução da política monetária, o que adicionalmente contribui para reduzir o nível das taxas de juros. Do ponto de vista creditício, no caso brasileiro,é de grande importância,dada a estreita relação que continua existindo entre a posição fiscal e o nível da taxa de juros.Atenciosamente,Acadêmicos: André Luiz Tavares. Mayara Fernanda Schwabe. 2º Ano de Economia.

  • Maikon Felipe da Silva.

    13/10/2007 – 18:11:01

    Ao analisar a política cambial do Brasil, se faz necessário atribuir a grande mudança na economia política nacional Brasileira ocorrida a partir de 1999 com a passagem do cambio fixo para o cambio flexível, tendo este de certa forma a interferência do Banco Central como medidas de controle da paridade cambial, atualmente o Banco Central vem interferindo constantemente no mercado de cambio, o mesmo vem absorvendo uma grande parcela da moeda Norte Americana, cuja mesma migra com grande pujança para o mercado intern impulsionada pela alta taxa de valorização e risco Brasil cada vez mais baixo, sendo assim observa-se que esta taxa de valorização vem sendo firmada em sua grande parcela pela taxa de juros em função do efeito renda sobre a demanda por moeda, a escassez da moeda por sua vez é ditada por uma política fiscal desnorteada com alta carga tributaria e grande falta de investimento, a conclusão que se tem evidentemente é a baixa taxa de crescimento ocasionado por uma elevação nos gastos fiscais em ambiente de cambio flexível.

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Fonte: www.oeconomista.com.br/indice-big-mac

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