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Crise Econômica – O piloto sumiu? • OEconomista

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Crise Econômica – O piloto sumiu?

Autor: O Economista – 9 de outubro de 2008

O ano de 2008 será lembrado por muitos como o ano em que poderosas instituições foram colocadas a prova e muitas delas reprovaram, algumas irão reprovar e outras não sabem do tamanho real do problema a enfrentar. Mas por que não fizeram a lição de casa? Vamos aos fatos:

A bolha imobiliária Há algum tempo a história da crise imobiliária norte americana é noticiada mundo afora. Porém, uma euforia extraordinária fez com que muitos não admitissem que o pior pudesse acontecer.

A história e não a estória começa assim: Era uma vez um país forte (EUA) que vivia economicamente feliz: juros baixos e crédito farto – que possibilitaram uma grande valorização de seus imóveis. Seus habitantes, empolgados com tanta fartura, tomaram coragem e refinanciaram suas hipotecas. Com o valor obtido foram as compras, sem se preocupar com nenhum tipo de poupança para eventuais imprevistos.

E aí se deu início a um grande ciclo vicioso: – Cidadão refinanciou sua hipoteca; – Os bancos criaram títulos “garantidos pelas hipotecas” e venderam para os investidores; – Os investidores criaram outros títulos “garantidos pelos títulos dos bancos” e venderam mais uma vez; – Em pouco tempo o sistema financeiro ficou tomado por títulos originados nas hipotecas do cidadão.

Mas a economia é uma caixinha de surpresas… Ou melhor, a falta de atenção com a economia é a grande provocadora de surpresas – normalmente desagradáveis. Eis que os ventos mudaram, a inflação norte americana começou a subir e os juros foram aumentados para combatê-la. O preço dos imóveis (supervalorizados) também cairam fazendo com que as mensalidades das hipotecas tivessem seus valores ampliados. O cidadão, que não esperava imprevistos negativos, passou a não pagar as prestações. A inadimplência das hipotecas aumentou e os títulos gerados por elas perderam valor. Os bancos ficaram com um grande volume de títulos podres e o pior começou aconteceu.

Vamos quebrar tudo… Instituições financeiras quebraram ou que se submeteram a incorporações humilhantes. Gigantes financeiros começaram a ruir, outros ainda vão ser colocados à prova.

O medo de calotes criou uma trava nos empréstimos e a falta de confiança tornou-se o grande problema. Desconfiança, incertezas e problemas levam as bolsas a cair. Caem porque o investidor sai da bolsa em busca de algo mais garantido. Quando um sai não é problema, quando muitos saem ao mesmo tempo é sinal de problema sério. É o que nós economistas chamamos de efeito manada. Quem já viu uma boiada correndo sabe do que estou falando. Os bois estão lá, correndo para o mesmo lugar, mas não sabem o porquê.

O problema dos Estados Unidos é de todos nós… Goste ou não goste dos Estados Unidos a regra que parece valer atualmente é: ruim com eles, pior sem eles. Esse é o custo de se viver em uma economia globalizada: a crise norte americana ganhou proporções mundiais e os países demoram a fazer alguma coisa de efetivo. Resultado: angústia no mercado financeiro internacional.

Antídotos para o mal Não é fácil combater algo que você não pode dimensionar. O pacote de ajuda anunciado pelo governo americano tornou-se uma ação obrigatória (mesmo que discutível) para evitar o pior. A doença é mundial e os médicos (bancos centrais e suas equipes) precisam agir de forma integrada.

A prescrição básica: aumentar a liquidez e a confiança do mercado financeiro.

E nós? O Brasil não está blindado como dizem alguns por aí. Vivemos uma situação boa que também foi financiada pela euforia do mercado internacional. Não só nós, mas todos os países emergentes se apropriaram dos benefícios da bolha.

A subida do dólar se explica com uma palavra: medo. O medo faz os investidores comprarem mais dólares para se proteger (por tratar-se de uma moeda mais segura que as demais). As empresas compram dólares com medo de não conseguirem cumprir seus pagamentos em moeda estrangeira. A lei de mercado é implacável: procura maior que a oferta significa aumento de preço do que se quer comprar (nesse caso o dólar).

O dinheiro internacional ficou mais caro e difícil de ser conquistado. Isso quer dizer que nossas empresas terão dificuldades para captar valores para manter o crescimento dos negócios e sustentar as exportações.

Os investidores que aplicam em títulos (ações) de países emergentes (como o Brasil) vendem para obter recursos para cobrir perdas no exterior ou investir em aplicações mais seguras. Ou seja, com muita gente vendendo as ações, os papéis de nossas empresas perdem valor. Para você que investe na bolsa tenha cautela, sair agora provavelmente não é a melhor alternativa. Vale o básico para o investidor em ações: não seja imediatista e lembre-se que o risco de investir em ações é alto. A tempestade irá passar.

* Não esquecer que crise também é momento de oportunidades.

Professor Celso Ricardo Salazar Valentim Economista, Empresário e responsável pelo Blog O Economista. www.oeconomista.com.br

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Comentários

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  • Dacia jalane

    24/10/2009 – 11:21:58

    Bom eu acredito que a crise economica seja o resultado de gastos sucessivos realizados pelos paises Desenvolvidos, fazendo com que os que se encontram em vias de desenvolvimento sejam os pioneiros da crise por falta de recursos.Dacia jalane

  • JOSE RENATO PINHONI

    30/04/2009 – 13:11:11

    Parabéns pelo artigo. O povo brasileiro sobreviveu após a crise de 1929, com muito trabalho, adpatações e pondo os filhos para trabalharem cedo. E no caso da crise de hoje, como as famílias podem reagir nos dias de hoje quando não mais existem as hortas domésticas, até para ambulantes a concorrência é grande? Favor indicar textos ou artigo na linha do Professor Celso Valentim que trate das duas crises.

  • Julianne

    15/04/2009 – 15:34:44

    Parabenizo o autor do texto por abordar o assunto com uma linguagem simples e direta!!! Só uma pergunta: oq fez a inflação americana subir?

  • Rui Lopes

    16/02/2009 – 14:30:14

    Eu confesso que não pressevo nada da crise economica, mas acho que a crise é pessicológica!!!!!!!!!!!!!

  • Rui Lopes

    16/02/2009 – 14:13:22

    Eu confesso que não pressevo mas acho que a crise é pessicológica!

  • André

    09/01/2009 – 13:53:03

    Já dizia Minsky: “A crise é inevitável” ela acontece em um ciclo vicioso de década em década ela surgirá como uma fantasma assombrando os acionistas.

  • Gabriel

    10/11/2008 – 13:57:28

    Realmente o Brasil não está blindado apesar de muitos economistas e analistas mundiais defendem que o Brasil criou uma ótima reserva de dólares (que não necessariamente está dentro dos bancos) e estava protegido contra a crise por causa da redução da dívida externa, o aumento das reservas internacionais e o superávit em conta corrente.Estamos muito vulneráveis, pois nossas exportações sofrerão com a desaceleração da economia mundial e nossos bancos estarão sem dólares (mesmo se o país os possui).Abraços,G.

  • Marlhice Hafemann

    10/10/2008 – 22:31:42

    Os problemas no crédito imobiliário dos EUA tiveram reflexo global. A crise nos bancos tem provocado quedas generalizadas nas bolsas do mundo todo e muitas incertezas sobre a economia mundial. Com a crise há menos dinheiro no mercado, os bancos estão segurando os créditos e aumentando os juros, com isso a economia deixa de crescer, juros altos= menos consumo. Com a crise existe a possibilidade do crescimento mundial diminuir, o que significa menos comércio internacional, reduzindo as exportações brasileiras. Porém o lado positivo é que com a desvalorização do real os produtos brasileiros passam a ser mais competitivos.

  • Juçara M. Magalhães

    10/10/2008 – 20:58:47

    A conta da crise americana é paga por todo mundoEsta crise de proporções até agora imensuráveis, afeta a todos os países, pois, ela teve início no gigante influenciador que é os Estados Unidos. Vivemos numa economia globalizada que é impossível ficar indiferente, afinal, qual país não tem se quer algum tipo de relação com eles? Alguns especialistas dizem que o Brasil está mais preparado para enfrentar a crise, mas, preparado ou não, os efeitos já estão sendo sentidos: alta do dólar, aumento do risco país, diminuição do crédito, etc. Os bilhões de dólares injetados na economia pelo governo americano não foram suficientes para acalmar as bolsas de valores que não param de cair. A confiança, que é o elemento principal nas negociações financeiras, está quebrada e uma vez quebrada será difícil, ou pelo menos, demorada para ser restabelecida. O prejuízo dos Bancos quebrados virá para todos pagarem e não teremos como refinanciar.

  • Gláucia

    10/10/2008 – 20:50:55

    Torna-se impossível antecipar os rumos da economia, o quanto à crise vai durar ou quais os reflexos sobre a economia brasileira. Entende-se o processo de nos últimos dias, um regime de medo instalou-se no mercado financeiro mundial a crise de confiança. A crise de crédito tem origem na alta dos juros americanos para conter a inflação de demanda (da crise dos commodities ).O que deu origem ao refinanciamento das hipotecas e a inadimplência nos mercados . O processo é global, interferindo na queda das bolsas, pois há o que chamamos de “fuga de capital”- Os investidores que se encontram agindo nos mercados das economias emergentes : China, México, Brasil, e até mesmo economias sólidas como Japão e Rússia retiram seus recursos para gerar liquidez ao sistema financeiro e até mesmo honrarem suas dívidas . E é justamente essa falta de dinheiro, a escassez de crédito, o primeiro reflexo no Brasil da crise gestada no mundo desenvolvido O momento atual apresenta diferenças fundamentais das antecedentes crises: a maioria dos indicadores do país hoje, ao contrário, é positiva aos olhos dos investidores estrangeiros; Contudo os estragos que: a desvalorização do real, a falta de dinheiro no caixa das empresas e volume de empréstimos para os exportadores caírem e os circuit breaker revelam e identificam que o Brasil não está imune a crise americana .

  • Pâmela Santos Zucki

    10/10/2008 – 20:45:00

    A crise imobiliária vem dando sinais desde o ano de 2007, quando alguns bancos do E.U.A já apresentavam saldos negativos, devido a empréstimos para a população em geral sem maiores garantias. Criou-se um ciclo vicioso, pois com a valorização do setor imobiliário e o fácil acesso ao crédito as pessoas com expectativa de lucrar, vendiam a suas casas, embolsavam o dinheiro e financiavam uma outra. Com a grande procura de casas para financiamento gera mais valorização, lei da oferta e demanda, porém eles não contavam com o aumento da inflação, que o governo para regular utiliza-se do mecanismo de elevação dos juros para conter a demanda. Com a elevação dos juros muitos não conseguiram pagar os financiamentos e devolveram a casa, gerando um aumento de oferta de casa e uma redução da demanda devido o juros alto. Os bancos que criavam títulos em cima das hipotecas tiveram prejuízos exorbitantes, que gerou uma crise mundial e o que é pior crise de confiança. As proporções desta crise não sabemos, talvez consigamos mensurar o que aconteceu, mas não sabemos o que estar por vir e quais as conseqüências.

  • Gizilei Oliveira

    10/10/2008 – 20:43:37

    O que está acontecendo é uma crise aguda, mas a reação das autoridades econômicas e monetárias do mundo está piorando a crise em si, e deixando uma herança maldita para o futuro. Os Tesouros dos EUA e inglês vão virar banqueiros, comprando ações e até controle acionário de bancos privados. O propalado pacote de US$ 700 bilhões de resgate do secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, é um capítulo à parte em matéria de proposta confusa feita pelas autoridades. Mas o mais importante agora é confirmar de novo! a avaliação do economista Nouriel Roubini: “O pacote é um não-evento.” Se tivesse tido o efeito que Paulson disse que teria, o secretário do Tesouro americano não estava propondo fazer nos EUA o mesmo pacote inglês em que o Tesouro vira sócio dos bancos. A versão americana é mais exagerada: ele quer comprar o controle acionário dos bancos. Se exibir neste plano a mesma perícia, destreza e respeito aos contribuintes que demonstrou no pacote de US$ 700 bilhões, os Estados Unidos terão acelerado a sua marcha rumo ao passado. Remoto. No Brasil, não se viu, ainda, nenhuma medida tresloucada. Felizmente. O que houve de fora de propósito foi a convicção insensata de que a crise não nos atingiria porque estávamos sólidos, que aqui chegaria uma marolinha e outras tolices ditas pelos que nos governam. A demora de agir no câmbio produziu uma maxidesvalorização despropositada, de 50%, que está fazendo as empresas sangrarem. Eis ai uma preocupação.

  • Eliéser Cléberson Fontanela

    10/10/2008 – 20:37:34

    A atual crise norte americana, não esta longe do fim, pois se compararmos com a crise de 1929, que se estabilizou após a segunda guerra mundial. Mas á principal relação entre as duas crises é o fato da liberdade econômica. Na crise de 1929 o governo não controlou a produção das empresas e aconteceu o superaquecimento dos seus estoques e depois que elas começaram a divulgarem os seus resultados negativos as ações caíram e foi gerado um efeito dominó. E a crise atual foi provocada por um período em que a economia prosperava e existia uma taxa de juros baixíssima e os bancos com a ganância e com a falta de controle do governo começaram a emitir empréstimos a pessoas que não possuíam crédito, e o método destes empréstimos eram cobrados juros mais altos, pós-fixados e relacionados às SELIC, mas como o governo foi reajustando os juros, principalmente por causa da inflação, os empréstimos ficaram caros de mais e os bancos começaram a receber “calotes”. Com isso os bancos começaram a demonstrar balanços negativos e a desencadear uma crise. Como os bancos estavam enfrentando maiores dificuldades financeiras: frearam os empréstimos, diminuindo o consumo da população, que é o principal impulsionador do PIB dos EUA. A crise Norte Americana, Passara sim, mas quando e, como? Essas perguntas que vem trazendo pânico aos investidores. Como a crise de 1929, que o mundo esteve num caos, e só apos a Segunda Guerra mundial que o mundo foi se estabilizar. Será que precisaríamos de outra guerra para estabilizar o mercado? Com certeza não, pois hoje o mercado esta mais globalizado e com uma economia mais equilibrada. Mas os paises não podem ficar de braços cruzados, os Estados Unidos já ejetaram 700 Bilhões no mercado, isso deve dar uma pequena estabilizada.

  • Suzana Dionisio

    10/10/2008 – 20:31:55

    Com a globalização da economia não se pode falar em crise norte americana como se fosse um problema somente dos americanos pois ela afeta diretamente o sistema financeiro mundial de forma bastante negativa e está sendo colocada pela maioria dos economistas como uma crise mundial de grandes dimensões dada a importância da economia norte americana e a sua influência nos mais diversos países que já sofrem com quedas consecutivas das bolsas, diminuição de crédito e fuga de capitais.No Brasil a influência da crise é notada pela alta do dólar, pela queda da Bovespa e diminuição do crédito. Portanto já estamos vivenciando os males desta crise que segundo o nosso governo não iria e não vai afetar nosso país, constatando que essas afirmações (do governo), não são válidas.

  • VANIA

    10/10/2008 – 20:27:53

    CRISE FINANCEIRAÉ evidente que a crise ontem e hoje atingiu um nível ainda mais grave, de pânico global absoluto e sem restrições. Como dar conta de informar sobre tema tão amplo, é um grande desafio. Não há outro assunto, o que acontece nestes dias terá repercussões históricas graves para todos os países. É preciso destinar a atenção e concentrar os esforços jornalísticos para estar a altura do significado do momento. Não cabe agir rotineiramente. Para renovar o impacto e a sensibilidade, é preciso variar. Como é obrigatório cobrir a crise com atenção, pode-se compensar o baixo astral investindo na criatividade. Vem sempre junto com a crise, às vezes abre chances de sucesso por novos caminhos que superam as dificuldades de antes.

  • Gisele Albino

    10/10/2008 – 20:25:14

    A crise nos EUA afetam todos os países. O maior problema é a falta de confiança no mercado, gerando grande instabilidade econômica. Essa instabilidade se reflete no aumento do dólar (fuga de capital estrangeiro para países mais seguros) e grandes oscilações nas bolsas de Valores, entre outros. Além disso, não há uma movimentação forte de empréstimos entre bancos ao redor do mundo, fazendo com que os investidores fiquem ainda mais receosos. Os investidores também estariam preocupados com a própria eficiência do pacote aprovado dos Estados Unidos e temendo que a crise seja mais profunda do que se previa.

  • Daniel Christian

    10/10/2008 – 20:17:09

    E os Estados Unidos não atinge o Brasil…Diante dos fatos mais retundantes da atualidade, das possibilidades de perdas financeiras e dos danos causados aos mais poderosos países do mundo, um líder político de um país emergente, com alto nível de confiança afirma que seu país não seria afetado no menor grau que se imaginasse, assim como se fosse um país auto-suficiente e independente das ações da maior potência mundial, que são os Estados Unidos. Dias após sua afirmação, os brasileiros puderam ver a supervalorização do dólar e enorme desvalorização de todas, isso mesmo, todas as ações cotadas na Bolsa de Valores, além da limitação na concessão de crédito para as pessoas e principalmente às empresas que estão à todo vapor na produção, talvez este um dos fatores que contribuíram para a grande confiança do presidente. No curto prazo poderemos visualizar uma rápida recessão na economia brasileira, caso os indicadores cambiais e de investimentos não se revertam num menor prazo possível, algo muito esperado pelos banqueiros que ainda têm recursos disponíveis, para aproveitar o momento e voltarem a conceder crédito e capital de giro.Daniel Christian.

  • Richard Beck de Goes

    10/10/2008 – 20:14:40

    O grande problema dessa crise é principalmente a dimensão dela, pois, mesmo com o anúncio do pacote de medidas do governo estadunidense os ânimos no mercado financeiro. Agora, com as reuniões do G7 e do G20 marcadas poderemos ver ao longe uma solução para a situação e também, devemos aproveitar esse momento para quem sabe, fazer as negociações da Rodada de Doha deslancharem. O que realmente deve ser focado é uma reestruturação das bases econômicas atuais, revendo as regras de mercado, tornando-o mais seguro.

  • André L. de Quadros

    10/10/2008 – 20:14:04

    Como esposto acima a crise que afeta os EUA e o mundo tem uma proporção inigualavel pois mem a crise de 29 cheque perdo do que estamos vivendo hoje, a unica diferença e que a economia esta mais desenvolvida e preparada para enfrentar o que tem pela frente mesmo não sabendo aonde pode chegar. Um exemplo deste desenvolvimento economico Brasileiro e que o banco central ao contrario dos bancos centrais de outros paises esta aumentando a taxa de juros para conter o consumo enquanto isso o mundo reduz o juros para estimular o consumo e fazer com que a economia gire e não sofra mais com ela.

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Fonte: www.oeconomista.com.br/crise-economica-o-piloto-sumiu

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