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Conceito de Inflação: O que é e como se forma? • OEconomista

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Conceito de Inflação: O que é e como se forma?

Autor: O Economista – 13 de julho de 2009

A inflação é um conceito econômico que representa o aumento persistente e generalizado do preço de uma cesta de produtos em um país ou região durante um período definido de tempo. Se, por exemplo, uma cesta de produtos custa R$ 100 reais em julho e passa a ser vendida por R$ 150 reais em agosto, verifica-se uma inflação de 50% no mês. Ela também representa a queda do poder aquisitivo do nosso dinheiro em relação a elevação dos preços de bens e serviços. Quando a inflação está em um nível muito baixo, ocorre a estabilização dos preços, e assim, o valor dos produtos não aumenta.

A inflação já foi o grande drama da economia brasileira, mas sempre merece grande atenção e acompanhamento do governo e sociedade. A partir dos anos 1980, vários planos fracassaram na tentativa de impedir o seu crescimento. Mas, desde 1994, com a implantação do Plano Real, ela está relativamente sob controle. A inflação brasileira em 2008 foi de 5,9 % (IPCA).

CAUSAS

Inflação Monetária

– Emissão exagerada e descontrolada de dinheiro por parte do governo;

Inflação de Demanda

– Demanda por produtos (aumento no consumo) maior do que a capacidade de produção do país;

Inflação de Custos

– Aumento nos custos de produção (máquinas, matéria-prima, mão-de-obra) dos produtos.

INDICADORES

No Brasil, existem vários índices que medem a inflação e são referenciais. Os principais são: IGP ou Índice Geral de Preços (calculado pela Fundação Getúlio Vargas), IPC ou Índice de Preços Ao Consumidor (medido pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), INPC ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor (medido pelo IBGE) e IPCA ou Índice de Preços ao Consumidor Amplo (também calculado pelo IBGE).

O IPC, por exemplo, considera o consumo de famílias com renda até 33 salários mínimos que vivem no Rio de Janeiro e em São Paulo. O IGP-M é calculado a partir de outros índices. O IPCA, de maior abrangência, pesquisa famílias com renda de até 40 salários mínimos em pelo menos 10 grandes capitais brasileiras. Já o ICV, calculado pelo DIEESE, considera apenas os preços de alimentação, transporte, saúde e habitação, praticados na cidade de São Paulo.

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Comentários

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  • CLAYTON RODRIGUES

    23/03/2015 – 10:08:35

    EXCELENTE EXPLICAÇÃO.

  • Edileuza Farina

    26/03/2014 – 21:10:28

    Muito obrigada pela explicação me ajudou muito tirar as minhas duvidas POTIRENDABA SP

  • Edileuza Farina

    26/03/2014 – 21:08:39

    Muito obrigada pela explicação me ajudou muito tirar as minhas duvidas

  • Suelen

    26/09/2013 – 23:28:41

    Gostei muito desta explicação da grande extensão que é a inflação. Tem um ponto que achei muito interessante que não havia tomado conhecimento anteriormente e após estudos pude entender melhor que é a curva de Philips convencional quanto maior a taxa de desemprego menor será a inflação e vice- versa, a única forma nesta situação seria que o governo tomasse providencias nas taxas de juros. Como poderíamos eliminar esta versão da curva convencional de Philips, qual seria o melhor caminho para a excelência, com inflação 0 e taxa desemprego 0 numa curva horizontal?

  • Aparecida

    24/09/2013 – 21:56:01

    Gostei muito da explicação, ajudou a tirar minhas dúvidas, curso de Gestão Pública da Universidade Severino Sombra – Vassouras – RJ

  • Anna

    17/12/2012 – 17:44:37

    Gostei bastante. Só faltou dizer como acontece e porquê.

  • Manuel Chiau

    07/05/2012 – 08:34:21

    O governo vê-se na contingência de pagar as suas despesas, por conseguinte, recorre ao endividamento interno a partir de empréstimos bancários, de modo a equilibrar a renda e despesas. Para pagar suas despesas excedentárias o governo recorre a emissão monetária que, dado o efeito multiplicador dos depósitos nos bancos, acrescem os meios de pagamento dando lugar assim à ocorrência da inflação. Por outro lado, os governos que não têm como fazer face à crescente despesa pública, pois as suas receitas estão longe de cobrir as suas necessidades, ou o goveno procura estimular o consumo de forma a estimular a produção nacional, com um orçamento deficitário, pode emitir moeda para investir em obras e actividades públicas e deste modo, garantir mais postos laborais e consequentemente mais consumo provocando um efeito na procura de bens e serviços motivando e atraíndo deste modo os produtores dos mesmos. Mas nem sempre esta estratégia surte os efeitos desejados.

  • Hebreu

    23/08/2011 – 10:56:56

    Muito boa as definições, gostei e conseguí assimilar bem o conceito. Obrigado!

  • Jose alves Torres Junior

    07/08/2011 – 12:00:15

    Srs. para um melhor entendimento: O Governo emiti mais dinheiro porque os produtos aumentam e assim é necessário mais din para a população poder adquiri-los ?

  • Suélen

    25/10/2010 – 23:18:48

    Eu gostaria de saber por que o Euro vale menos do que o Real, para mim poder ententer o 9° princípio de economia.

  • jaqueline

    29/08/2010 – 10:31:52

    eu acho tudo isso um absurdo

  • Bob

    25/11/2009 – 19:12:55

    Olá, gostei da explicação. Entretanto, gostaria que pudesse explicar o porquê da emissão exagerada e descontrolada de dinheiro por parte do governo e quando que a emissão passa a ser exagerada. Além disso, há relação direta entre as três causas e são estas as únicas ou existem mais?Obirgado pela atenção.

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Fonte: www.oeconomista.com.br/inflacao-o-que-e-e-como-se-forma

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