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Campo de atuação do Economista e seu piso salarial • OEconomista

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Campo de atuação do Economista e seu piso salarial

Autor: O Economista – 18 de junho de 2009

Qual é o campo de atuação do Economista? E suas atribuições? Onde eu posso atuar?

De acordo com a Consolidação da Legislação Profissional do Economista, o campo de atuação se faz presente conforme a seguir:

Do Campo Profissional Art. 2° – A profissão de economista, observadas as condições previstas neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada:

a) nas entidades que se ocupem das questões atinentes à economia nacional e às economias regionais, ou a quaisquer de seus setores específicos e dos meios de orientá-las ou resolvê-las através das políticas monetária, fiscal, comercial e social;

b) nas unidades econômicas públicas, privadas ou mistas, cujas atividades não se relacionem com as questões de que trata a alínea anterior, mas envolvam matéria de economia profissional sob aspectos de organização e racionalização do trabalho.

Em relação às atividades inerentes à profissão de Economista, de acordo com a Consolidação da Legislação do Economista em anexo, Capítulo 2.3.1, são:

a) assessoria, consultoria e pesquisa econômico-financeira; b) estudos de mercado e de viabilidade econômico-financeira; c) análise e elaboração de cenários econômicos, planejamento estratégico nas áreas social, econômica e financeira; d) estudo e análise de mercado financeiro e de capitais e derivativos; e) estudo de viabilidade e de mercado relacionado à economia da tecnologia, do conhecimento e da informação, da cultura e do turismo; f) produção e análise de informações estatísticas de natureza econômica e financeira, incluindo contas nacionais e índices de preços; g) planejamento, formulação, implementação, acompanhamento e avaliação econômico-financeira de política tributária e finanças públicas; h) assessoria, consultoria, formulação, análise e implementação de política econômica, fiscal, monetária, cambial e creditícia. i) planejamento, formulação, implementação, acompanhamento e avaliação de planos, programas, projetos de natureza econômico-financeira; j) Avaliação patrimonial econômico-financeira de empresas e avaliação econômica de bens intangíveis; k) perícia judicial e extrajudicial e assistência técnica, mediação e arbitragem, em matéria de natureza econômico-financeira, incluindo cálculos de liquidação; l) análise financeira de investimentos; m) estudo e análise para elaboração de orçamentos públicos e privados e avaliação de seus resultados; n) estudos de mercado, de viabilidade e de impacto econômico-social relacionados ao meio ambiente, à ecologia, ao desenvolvimento sustentável e aos recursos naturais; o) auditoria e fiscalização de natureza econômico-financeira; p) formulação, análise e implementação de estratégias empresariais e concorrenciais; q) economia e finanças internacionais, relações econômicas internacionais, aduanas e comércio exterior; r) certificação de renda de pessoas físicas e jurídicas e consultoria em finanças pessoais; s) regulação de serviços públicos e defesa da concorrência; t) estudos e cálculos atuariais nos âmbitos previdenciário e de seguros.

Mais informações no link: http://www.cofecon.org.br/dmdocuments/2.3.1.pdf

A profissão de economista se exerce na órbita pública e na órbita privada: a) nas entidades que se ocupem das questões atinentes à economia nacional e às economias regionais, ou a quaisquer de seus setores específicos e dos meios de orientá-las ou resolvê-las através das políticas monetária, fiscal, comercial e social;

b) nas unidades econômicas públicas, privadas ou mistas, cujas atividades não se relacionem com as questões de que trata a alínea anterior, mas envolvam matéria de economia profissional sob aspectos de organização e racionalização do trabalho.(Decreto 31794/52, art. 2º)

Mais informações no link: http://www.cofecon.org.br/dmdocuments/2.2.pdf

O Economista tem fixado o seu piso salarial ou honorários de remuneração?

Infelizmente, ainda não há fixado o piso salarial da profissão de economista. Porém, atualmente o COFECON estuda uma possibilidade de regulamentar, por meio de Resolução, as referências para remuneração e honorários profissionais do economista.

Este Conselho estuda a possibilidade de apresentar junto ao Congresso Nacional uma proposta com o objetivo de fixar por meio de Lei Federal o piso mínimo de remuneração para os economistas em nível nacional.

Conselho Federal de Economia – COFECON

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Comentários

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  • Ana Botelho

    14/11/2012 – 11:01:47

    Sinto falta da colocação do economista nas discussões ambientais. Existe algum artigo a respeito?

  • Carlos Marques

    09/10/2011 – 19:33:20

    Rodrigo a informação desta página e de 2009. Por seu conetário acredito que você podse me informar se o tal piso da profissão de esconomista já foi definido. Obrigado antecipado, Carlos

  • Dalton

    01/05/2011 – 22:41:21

    Qero ser economista.. mas me preocupo em arranjar um bom emprego… gostaria de saber o salario atual do proficional e uma dica de caminho a seguir na area economica. por favor, responda por e mail se possivel.. att.. Dalton.

  • Ana Paula

    10/11/2010 – 19:15:36

    Sou caloura do curso de economia o que posso espera desse curso? gostaria de me comunicar com uma voz experiente. Porfavor!!

  • Rodrigo Guedes Barboza

    20/07/2009 – 13:33:46

    Gostaria de realçar também a importância de os alunos de Economia se registrarem desde já no Corecon e de se manterem informados sobre fatos relevantes da profissão. É possível fazer a Carteira de Estudante de Economia desde o 1° período da faculdade.

  • Denilson Forato

    17/07/2009 – 21:30:52

    ECONOMISTA-PERITOA perícia cível consiste na elaboração de trabalhos na área econômico-financeira, no sentido de emissão de laudo e pareceres, tanto judicial como extrajudicial. No âmbito judicial, auxilia o juiz no julgamento do mérito das ações, nas esferas da justiça estadual, federal, trabalhista e eleitoral. No âmbito extrajudicial serve para apurar perdas econômicas e financeiras decorrentes de conflitos de origem econômico-financeira, contratuais ou não, podendo ser solicitada por advogados, empresas ou pessoas físicas. A base legal pode ser conferida na Legislação do Economista de de 13 de agosto de 1951, é a lei 1411 – Foi regulamentada pelo Decreto nº 31.794, de 17 de novembro de 1952: As atividades pertinentes ao profissional Economista são descritas no Capítulo III – Da Atividade Profissional “Art. 3° – A atividade profissional privativa do economista exercita-se, liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico”. (Legislação do Economista, Decreto nº 31.794, de 17 de novembro de 1952).

  • Denilson Forato

    09/07/2009 – 13:53:07

    O que falta para a economia brasileiraTodo o cuidado é pouco com interpretações pretensamente definitivas em um contexto de crise econômica porque estas costumam alternar momentos melhores e piores. Isso é particularmente verdadeiro se a crise tem matriz global e, no plano das economias centrais, é de gravidade comparável com a grande crise de 1929. A economia brasileira vivencia um momento em que se avolumam sinais de melhora, sem que, inequivocamente, se possa falar em recuperação.Para a indústria, afora uma nova rodada de crise, a tendência é de um gradativo aumento do nível de produção (que em fevereiro era 17% inferior com relação ao auge anterior à crise) para ir recuperando o terreno perdido, algo que pode ser concluído nos meses finais do ano. No mês de março é esperado um avanço do setor em bases superiores ao crescimento da produção de janeiro e fevereiro (+2,2% e +1,8% com relação ao mês anterior). Na comparação com março de 2008, a indústria deve recuperar parte do terreno perdido, mas isto deverá ser interpretado com cautela porque a base de referência, o mesmo mês do ano passado, teve um desempenho desfavorável e, além disso, contou com dois dias úteis a menos do que março último.O que pode reverter esse processo é uma piora na queda das exportações de manufaturados (o que parece estar ocorrendo) combinado com uma perda de mercados internos em função de uma concorrência muito forte de produtos importados decorrente do excesso de capacidade produtiva a nível mundial causada pela crise internacional. O dumping que acompanha em muitos casos essa maior concorrência deve ser combatido por uma política de valoração aduaneira e agilização dos processos anti-dumping.No comércio, os últimos dados do IBGE mostram que pelo segundo mês consecutivo (janeiro e fevereiro) há avanço marginal no setor (+1,8% e +1,5%, respectivamente), indicando também uma melhora gradativa. Esse avanço tem sido determinado em larga escala pelo desempenho do setor de alimentos e bebidas, decorrente do fato de que o rendimento médio da população manteve-se relativamente preservado por mecanismos institucionais (salário mínimo, programas sociais) e de mercado (o rendimento real médio das pessoas ocupadas parou de crescer, mas ainda não mostra sinais de declínio). Também foi beneficiado por um deslocamento do consumo de bens de maior valor unitário para bens de menor valor, em função do receio do consumidor em assumir compromissos a prazo e da escassez e encarecimento do crédito.No mês de março contra o mesmo mês de 2008, as vendas reais do varejo podem retroceder. Um efeito calendário – qual seja, a Páscoa que caíra em 2008 no mês de março e que em 2009 ficou para abril – concorrerá para isso, mas, o varejo poderá começar a sentir os efeitos da retração do consumo popular decorrente do aumento do desemprego na passagem de 2008 para 2009, combinado com o esgotamento do efeito deslocamento do consumo dos produtos de maior valor unitário dependentes do crédito para produtos de menor valor, que beneficiava o comércio de produtos básicos.No emprego, os dados do Caged, o cadastro do emprego formal, dão indicação de que o impacto da crise sobre o emprego formal está se tornando progressivamente menos intenso, de forma que em março (seguindo fevereiro), já há um modesta retomada das contratações. As contratações líquidas foram de 34.818 pessoas (contra 206.556 em março do ano passado). Considerando como critério de aferição de melhora/piora da situação do emprego formal a diferença entre os saldos líquidos de contratações formais no mês de referência com relação a esse mesmo mês do ano anterior, são observadas as seguintes etapas durante os meses de crise: esta inicialmente reduz o saldo de contratações com relação ao ano anterior que era de 105.794 em agosto para 31.673 em setembro; valores negativos começam em outubro (-143.859) e são crescentes até dezembro (-335.532); refluem desde então até o valor ainda negativo, porém muito mais baixo de -171.738 em março último.Aqui vale também a advertência de que a menos que ocorra um agravamento da crise externa, o processo de gradativa recomposição do mercado de trabalho formal avançará ao longo do ano, porém nesse caso, os níveis de contratação anteriores à crise dificilmente serão alcançados em 2009.Uma última referência é para o setor externo. O Brasil sofreu uma “fuga de capitais” nos momentos mais agudos da crise internacional nos meses finais do ano passado e com menor intensidade nos meses iniciais de 2009. Um elevado volume de reservas internacionais impediu que esse processo causasse, ao contrário de episódios anteriores de crise, problemas cambiais mais sérios. Mas, o que o mês de março registrou para o balanço de pagamentos do país foi o retorno para valores positivos dos fluxos líquidos de capitais. O processo ainda é muito incipiente, podendo sofrer novo retrocesso sem aviso prévio e, além disso, está muito longe de recompor os fluxos anteriores de entrada de recursos e está restrito à entrada de capitais estrangeiros de curto prazo. Mas é uma sinalização relevante de que, não se agravando o quadro financeiro internacional, o Brasil preservará sua solidez externa mesmo diante de uma situação tão adversa como a crise atual.O que falta para consolidar esse quadro mais favorável da economia é uma ação forte do governo onde o impacto negativo da situação externa ainda não foi revertido e os sinais de melhora chegam muito devagar, vale dizer, na questão da disponibilidade e do custo do crédito. Havendo progresso nesse tema, a economia poderá sair mais rápido e de forma mais equilibrada da retração imposta pela atual crise internacional.

Melhore sua saúde financeira e tenha uma vida melhor
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Fonte: www.oeconomista.com.br/campo-de-atuacao-do-economista-e-seu-piso-salarial

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